"Amo a vida e espero que cumprida não seja breve, que intensamente seja sentida e leve, até que me leve."

quinta-feira

Por que raios isso deve ter um título?

Agora posso rasgar o verbo. Já me livrei de você.
Foi mais rápido do que imaginei, e não sei até quando vai durar. Talvez até o próximo ‘oi’, mas não importa.
Eu vivo o momento, o presente. Sempre fui assim. E não me importo com o que dizem. Podem me julgar à vontade. Afinal, quem não faz isso? Claro, o hipócrita não faz. 

Não poupo dinheiro. Penso o mínimo no futuro. Inconseqüente? Sim, com orgulho! Aprendi com a vida. Afinal, nada mais inconseqüente do que ela, que vive à beira da morte.
Entendeu o raciocínio?
A fronteira entre a vida e a morte é tão estreita que chega a ser uma linha imaginária. Arriscado viver, não?!

Também não poupo mais palavras. Falo o que penso, quando penso, se é que penso. Quem vai pagar por isso? Eu, talvez. Ou mais pessoas.
Sem problemas, pago por atitudes que não foram minhas. Pago por atitudes dos meus chefes, dos meus pais, dos meus avós, dos políticos que eu tanto amo, das mães deles que muito provavelmente falharam na construção do caráter desses grandes filhos da p... pátria. Sofro ou me beneficio em consequência das atitudes de uma porrada de gente. Tenho créditos.

Caiu a minha máscara. Não, não caiu. Eu mesmo a retirei. Cansei de bancar o bonzinho, o certinho, o perfeito. Chega! Eu sou eu e pronto. Não sou você, nem como você quer que eu seja, nem como ninguém espera que eu seja.

E por favor, não me diga o que fazer.

 Avisem aos filósofos mortos para que não tentem me explicar a diferença entre dedução e indução, porque eu não to nem aí pra isso. 


Sem beijos hoje.
@__felipemenezes

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